Difference between heartwood and sapwood
Forest Products Laboratory (U.S.)
1919
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This paper analyses the issue of memory, in terms of both remembrance and forgetfulness, in the personal and fictional poetry of the three Brontë sisters. It articulates memorialization with issues of identity, gender and death in their work and in the context of English history and culture.
The purpose of this paper is to examine the extent to which early Victorian women poets (1820-1850) have communicated through their poetry their feelings of dissention in relation both to patriarchal conventions and the masculine poetic tradition. By creating their own myths and by adopting the multivocal forms of the dialogue with the other, the dramatic monologue and the soliloquy, these female poets have managed to question traditional concepts without directly exposing themselves. For reasons of time and space, we will concentrate our analysis specifically in the poetry of Emily and Anne Brontë, with only occasional references to other contemporary authors.
It was perhaps in the Brontës’ private world of Gondal, a mixture of history, literature and imagination, that the idea of the self as a godlike, creative force was born. And it...
In comparison with the visual arts, the Brontës’ interactions with and depictions of music have received little critical attention. Besides their well-known skills in drawing and painting, all the Brontë children were competent and knowledgeable musicians; music played an important part both in their family life and in the Victorian public culture. Emily Brontë, in particular, not only possessed a collection of annotated sheet music but was also a virtuoso pianist, exhibiting a taste in both baroque and romantic styles of composition and a fondness for orchestral works. Her preferred composers included Handel, Mozart, Bach, Gluck, Schubert, Rossini, Mendelssohn and Beethoven. Critics such as Robert Wallace (1986) and Meg Williams (2008) have referred to Brontë’s ‘musical matrix’, not only her music-making but also the influence of musi...
Shakespeare na qualidade de ‘poet-hero’ e de ‘poet of womankind’, parece ter sido indispensável para os vitorianos de um modo geral. Se os sonetos do poeta renascentista português estão presentes na nossa mente, os sonetos de Shakespeare estão inevitavelmente presentes na mente de quem lê os Sonnets from the Portuguese de EBB, parecendo indiciar uma relação latente entre ambas as sequências. Estes estão longe de ser poemas típicos sobre o amor, revelando peculiaridades psicológicas na posição de EBB. Ela teve não só de resolver questões formais – a adaptação de uma forma tipicamente renascentista a uma linguagem quase coloquial e a um contexto contemporâneo – mas também de contrariar a convenção central da tradição sonetista de que à mulher é tradicionalmente atribuído o papel de objecto amado e nunca de sujeito poético. EBB não é uma ...
Esta comunicação pretende situar o romance Mary Barton de Elizabeth Gaskell não apenas no contexto do conflito industrial inglês mas também e sobretudo no movimento romântico, através de uma análise detalhada da sua protagonista e das intenções da própria romancista.
Esta comunicação analisa as obras de Elizabeth Gaskell que abordam a questão da Fallen Woman e apresenta de forma resumida a resolução do 'Great social evil' proposta pela romancista. A dupla moral sexual e o contexto social dos vitorianos que favoreciam esta situação são igualmente discutidas.
Esta comunicação visa problematizar a resolução do conflito industrial e amoroso oferecida por Elizabeth Gaskell no seu romance North and South. Questões sociais, romanescas e geográficas são analisadas de forma a provar que a autora pretende resolver os diversos conflitos de forma convergente e também marcadamente religiosa.
This paper analyses the close relation established between the concepts of travel and imagination in the earliest writings (poetry) of Charlotte Brontë. It discusses, in particular, the importance of English colonial spaces and of British imperial history and characters in the creative process of the author.
Edith Sitwell e Stevie Smith atingiram, nas suas respectivas gerações, reputações formidáveis como poetisas aclamadas e como performers extremamente populares. Apesar de diferenças significativas nas suas origens e nas tradições que assimilaram, Sitwell e Smith possuem estilos de performance poética muito comparáveis. O exagero e a ambivalência dos seus corpos e vozes em actuação transformaram a aberração na norma. Enquanto que a aristocrática Sitwell se movia nos círculos literários de elite, permanecendo uma ‘diva’ do movimento performativo vanguardista, Smith – que pertencia à classe média baixa – foi sobretudo influenciada pelas tradições do music-hall, alternando a leitura e o canto dos seus poemas em palco. Ambas as poetisas adoptaram figurações femininas elaboradas que lhes permitiram existir fora dos limites da feminilidade ‘no...
Esta comunicação pretende examinar as múltiplas formas através das quais algumas poetisas de língua inglesa do século XX tentaram sondar, explorar e configurar a ‘feminidade’, isto é o estatuto do feminino, nos seus textos. As autoras aqui abordadas tiveram constantemente que ‘negociar’ com a tradição literária, inquirindo (-se) não apenas sobre o que é ser ‘mulher’ mas também sobre o que significa ‘escrever’ o seu género dentro dos papéis potencialmente limitadores de poetess ou de woman poet.
As declamações e poses públicas de Edith Sitwell, Stevie Smith, Anne Sexton e, em parte, de Sylvia Plath serviram para desestabilizar, questionar e discutir a sua posição como ‘mulheres-poetas’, assim como para lidar com as questões do sucesso e do fracasso poético. Estas autoras fazem frequentemente uso do ‘corpo’ como local de exibição e de co...


