ZZH coupling : A probe to the origin of EWSB ?
Choudhury, Debajyoti
2003-02-17
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O parentesco kyaka repousa sobre a noção de epata. Há
necessidade, porém, de explicitar melhor esta noção e dizer
como funciona na prática social. Todo o Kyaka está consciente
de pertencer a uma epata, que divide em dois grandes
conjuntos (ramos): os ko-luse, parentes do lado do pai e
ko-lwina, parentes do lado da mãe. Distinguem, ainda, no
interior de cada um daqueles dois ramos, os parentes paternos
e maternos da mãe e do pai (ver esquema n.° 1). A vida
social gravita à volta da epata paterna, junto da qual todas
as pessoas, ligadas a esse mesmo pai, residem: os filhos, os
filhos casados (quando não habitam numa outra unidade de
residência), as filhas solteiras, as viúvas, as irmãs do pai,
velhos (por vezes, avós), que não podem manter-se a si próprios,
escravos, clientes e amigos ukamba.
Antes de tudo terei que referir o que qu ero dizer com modelo
sacio-antropológico, sobretudo qu e é um modelo.
Definir modelo é muito difícil poi s pode significar muita co isa:
aquilo que serve ou deve servir de obj ecto de imitação para fazer ou
reproduzir qualquer coi sa ; pode, ainda, ser um cânon, um ensaio de
explicação da chamada estrutura, poi s vivemos num mundo de es truturas
organizadas com as qu ai s construímos e apercebemos es te
mesmo mundo. Na investigação da dita realidade soc ia l, passamos
desta para o modelo e vice -versa . Este contínuo vai-vem nun ca deve
ser interrompido. O modelo imita e representa, mas nun ca co nstitui,
um elemento de controlo da investigação , é um instrumento de comparação
e, ainda, pode significar uma forma de verificação da so lidez
e da própria vida de uma dada es trutura. Em Hi stória, p...
Quando no ano lectivo de 1975/76, começámos, num dos
cursos de apôs-graduação, o ensino de Antropologia Cultural
na Universidade Nova de Lisboa, muitos dos alunos ficaram
deveras surpreendidos com o nosso estilo de linguagem e,
particularmente, com a natureza das analogias de tipo transdisciplinar
que empregávamos para explicar determinados
fenômenos ou factos sociais e culturais. Era corrente, durante
as sessões de trabalho, referirmo-nos a expressões ou noções
de Etologia, da Biologia moderna, da Termodinâmica, da Física
e da Química Modernas, da Cibernética, das Matemáticas
modernas, tais como os cálculos integral, matricial e dístribucíonal,
teoria dos números, etc, da mecânica estatística e
da quântica, da teoria e da dinâmica dos sistemas, da Psicologia
das condutas ou dos comportamentos, enfim, quase
que tocávamos todas as ciênc...


